Mt. 18. 21, 22: "Então Pedro aproximando-se, lhe perguntou: Senhor até quantas vezes pecará o meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus respondeu: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta e sete."
Um psiquiatra cristão conta o seguinte fato: "Veio até ao meu consultório uma mulher que tinha muitos motivos de queixas. quanto mais a escutava, mais dava conta que a sua insatisfação se devia a amargura arraigada no seu coração contra certa pessoa.Perguntei se ela estava disposta a perdoar esta pessoa. Mesmo lhe custando grande esforço ela disse sim. Nos ajoelhamos e ela reconheceu sua intransigência diante de Deus. Visivelmente aliviada foi para a sua casa. Uma semana mais tarde, tocou o telefone,minha paciente muito nervosa me informou que desde a nossa última conversa haviam lhe voltado tantos detalhes à sua memória, qwue lhe era impossível perdoar aquela pessoa. De novo pedi que viesse ao meu consultório e ela novamente reconheceu o seu pecado e se foi com o coração aliviado. Porém, na semana seguinte voltou a chamar-me, e muito irritada se queixou outra vez da mesma pessoa. Outra vez dialogamos até chegarmos a uma confissão diante de Deus. Assim foram várias vezes. Somente seis meses depois chegou ao ponto de que toda a amargura havia desaparecido do seu coração."
Como é fácil ficar ofendido e como custa perdoar! Só quando se aprende a conhecer seu próprio e perverso coração e experimentar verdadeiramente o perdão de Deus, se pode também perdoar os outros.
Mt. 6. 14, 15: "Pois se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celestial vos perdoará a vós. Porém, se não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celstial não perdoará aas vossas."
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