Um povo que não ama a sua terra não tem passado, nem presente e nem futuro. Estou triste e indignado com a falta de patriotismo do povo brasileiro. A televisão mostrou em reportagens nas ruas de várias cidades brasileiras que as pessoas não sabem os versos do Hino Nacional e do Hino à Independência. Esta ignorância é fruto da precariedade do sistema educacional brasileiro e do descaso dos pais em transmitir aos filhos o amor pela pátria natalícia. As pessoas confessam a sua ignorância e falta de patriotisimo rindo, mas sabem os nomes de todos os artistas de novelas, dos jogadores de futebol e dos cantores e das letras das música sertaneja, de pagode e de funk. É uma inversão de valores e da falta de patriotismo, demonstrados sobretudo pelos políticos. Nenhuma emissora de tv brasileira transmitiu o desfile cívico-militar, limitaram-se a lançar pequenas notícias do fato. É vergonhoso e triste ver o povo brasileiro cultuar valores inúteis que em nada edificam. É a imbecilização do povo promovida pelo governo e pela mídia.
INDEPENDÊNCIA OU MORTE
Este foi brado proferido pelo Imperador D. pedro I, no dia 7 de setembro de 1.822, às margens do riacho Ipiranga, para declarar a Independência do Brasil do domínio português. Naquela data histórica, um homem, investido da autoridade política, apoiado no cetro real que o faziam líder de uma nação, usando as prerrogativas que a lei lhe outorgava, declarou ao mundo que o Brasil não era mais uma colônia portuguesa, e sim, uma nação livre e soberana.
Aquele gesto nobre, altivo e voluntário de D. Pedro I, fê-lo heroi da liberdade, um paradigma de bondade para com o povo que vivera até então, sob o servilismo e a escravidão de uma potência estrangeira. Daquele dia em diante, o povo brasileiro pode dizer: "Somos uma nação soberana, livre e dona do nosso destino. Escravidão e opressão nunca mais."
Este fato histórico do povo brasileiro tem um paralelo. Há doi mil anos, um Príncipe, em terras distantes, também proclamou a independência dos povos e a liberdade das nações. Este Príncipe não possuia exércitos, não era político, não usava espada, nem nasceu num palácio real. Era humilde, singelo de coração, amigo dos pobres. Quando ele nasceu, seu povo era escravo de uma potência estrangeira e a sua família desconhecida da sociedade. Mas, este Príncipe trouxe em seu sangue a pureza de uma linhagem real e eterna, que o fez capaz de assumir sozinho a culpa de milhões de escravos. Eram escravos de todas as nações subjugadas sob a mais cruel das servidões. A ESCRAVIDÃO DO PECADO.
Um dia, aquele Príncipe resoluto,altivo e decidido empunhou não uma espada, mas, terríveis cravos que o prenderam aos braços de uma cruz. E lá, do cimo daquela cruz ele bradou: INDEPENDÊNCIA DO PECADO OU MORTE ETERNA!
Para aqueles que o aceitarem com o PRÍNCIPE DA PAZ, ele garante liberdade e a vida eterna. Para aqueles que o rejeitarem, fatalmente terão que deparar com a morte eterna.
O grito de independência que aquele Príncipe deu no alto da cruz, ainda hoje é ouvido por milhões e milhões de pecadores que o aceitam como Salvador e Libertador.
Aceite você também a liberdade que lhe é ofertada por aquele Príncipe.
O nome dele é JESUS CRISTO!
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