sábado, 19 de setembro de 2009

ONDE ESTÁ A NOSSA ESPERANÇA?

Salmos 33. 11 - 22: "Mas o conselho do Senhor permanece para sempre, e os intentos do seu coração de geração em geração. Bem aventurado é a nação cujo Deus é o Senhor e o povo que ele escolheu para sua herança. O Senhor olha desde os céus, e vê a todos os filhos dos homens; da sua morada contempla todos os moradors da terra, ele que que forma o coração de todos eles, que contempla todas as suas obras. não há rei que se salve com a grandeza de um exército; não há valente que se livre pela muita força. O cavalo é vão para a segurança, não livra ninguém com a sua grande força.Mas os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam no seu constante amor, para livrar as suas almas da morte, e para os conservar vivos na fome. A nossa alma espera no Senhor, ele é o nosso auxílio e o nosso escudo. Nele se alegra o nosso coração, pois confiamos no seu santo nome. Seja o teu constante amor,ó Senhor, sobre nós, assim como em ti esperamos."
Este Salmo revela a onisciência de Deus, isto é, Deus sabe de todas as coisas e nada escapa ao seu controle. Deus estabeleceu um plano para a humanidade, um plano de amor, justiça e igualdade. E Ele o cumpriu, ao longo da história humana, e o levará ao seu final eterno no devido tempo.
Agredidos, dia após dia, por notícias ruins, somos tentados a achar que o mundo está fora do controle do Senhor, mas não está. O Senhor está atento a tudo o que acontece e está agindo no seu tempo.
Este texto também nos fala sobre o cuidado de Deus para aqueles que o buscam e o temem. Deus quer cuidar de cada um de nós, mas Ele não impõe seu cuidado! Nós precisamos querer ser cuidados por Ele para podermos descansar nele e experimentar que seu amor está conosco. Por isso, confiemos que a sua vontade é boa, perfeita e agradável para aqueles que querem buscá-lo.
Finalmente, o salmista nos garante que o Senhor não nos desamparará. Podemos esperar nele porque não falhará. isto significa que não teremos problemas e dificukldades, mas significa que Ele estará conosco nesta caminhada.
Jesus nos diz no Evangelho de João, capítulo 14, versículo 1: "Deixo-vos a minha paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize."
No livro do Profeta Jeremias, capítulo 17, versículo 7, Deus diz: "Bendito o homem que confia no Senhor e cuja esperança é o Senhor."
JESUS CRISTO É A ÚNICA ESPERANÇA DE SALVAÇÃO DA HUMANIDADE!
NÃO HÁ OUTRO.
Oração: "Muito obrigado Senhor, por podermos depositar nossa esperança em Ti."

domingo, 13 de setembro de 2009

HÁ ESPERANÇA PARA O SER HUMANO?

Em sua história a humanidade inteira tem testermunhado que a morte é um fator inevitável e irremediável e que todos os seres humanos estão sujeitos, sem exceção. Toda a humanidade reconhece a fragilidade e as limitações da vida na carne, e se preparam naturalmente para o fim das suas existências físicas. Portanto, quanto à realidade da morte, e ao fato de que ela é universal, toda a humanidade está de acordo, todos devem morrer.
Entretanto, há um outro fato a respeito do assunto da morte, tanto verdadeiro quanto alarmante. Segundo as escrituras Sagradas, todos os que vêm a este mundo já estão mortos. Trata-se da morte espíritual. a morte no pecado.
"Pelo que como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram."(Romanos 5.12).
Em primeiro lugar, as Escrituras revelam que o estado de morte espiritual é inerente ao homem, ou seja, todos os seres humanos nascidos nesse mundo estão espiritualmente mortos. Em termos espirituais a humanidade está decaída e morta no pecado. Logo, todos os participantes desta raça também estão.
Segundo, a Palavra de Deus descreve a morte espiritual como estado de permanente separação de Deus. O quer isto significa? que não há uma pessoa sequer que posa levantar-se por suas próprias forças e mover-se na direção de Deus. Assim como um corpo morto não pode erguer-se por si mesmo para a vida, também uma alma morta não pode levantar-se por si mesma e obter vida espiritual.
Terceiro, as Escrituras afirmam que a consequência final da morte espiritual é a morte eterna. Todas as pessoas, agora mortas espiritualmente já estão condenadas a uma condição eterna neste estado de morte, e a uma perpétua separação de Deus. Há para a humanidade uma condição mais desesperadora do que esta?
Sendo esta situação de todos os seres humanos, e sendo esse o destino a que já estão condenados, você perguntará: "Há esperança para a humanidade?"
A Palavra de Deus afirma que Jesus Cristo, e somente ele, pode dar vida aos que estão mortos no pecado.
"Mas Deus que é riquíssimo em misericórdia. pelo seu muito amor com que nos amou.,estando nós ainda mortos em nossas ofensas e pecados, nos vivificou juntamente com Cristo (pela graça sois salvos)." (Efésios 2.4).
Aquele que, mediante o livre arbítrio, se arrependeu dos seus pecados e se chegar ao Senhor Jesus, são levantados dentre os mortos e trazidos à vida espiritual. Esta nova vida dada à humanidade é a garantia de uma vida num estado de eterna comunhão com Deus. Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu.
"Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não entrará em condenação. mas passou da morte para a vida." (João 5.24).
JESUS TE AMA.
PREPARA-TE.
ELE VEM EM BREVE.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

INDEPENDÊNCIA OU MORTE.

Um povo que não ama a sua terra não tem passado, nem presente e nem futuro. Estou triste e indignado com a falta de patriotismo do povo brasileiro. A televisão mostrou em reportagens nas ruas de várias cidades brasileiras que as pessoas não sabem os versos do Hino Nacional e do Hino à Independência. Esta ignorância é fruto da precariedade do sistema educacional brasileiro e do descaso dos pais em transmitir aos filhos o amor pela pátria natalícia. As pessoas confessam a sua ignorância e falta de patriotisimo rindo, mas sabem os nomes de todos os artistas de novelas, dos jogadores de futebol e dos cantores e das letras das música sertaneja, de pagode e de funk. É uma inversão de valores e da falta de patriotismo, demonstrados sobretudo pelos políticos. Nenhuma emissora de tv brasileira transmitiu o desfile cívico-militar, limitaram-se a lançar pequenas notícias do fato. É vergonhoso e triste ver o povo brasileiro cultuar valores inúteis que em nada edificam. É a imbecilização do povo promovida pelo governo e pela mídia.

INDEPENDÊNCIA OU MORTE
Este foi brado proferido pelo Imperador D. pedro I, no dia 7 de setembro de 1.822, às margens do riacho Ipiranga, para declarar a Independência do Brasil do domínio português. Naquela data histórica, um homem, investido da autoridade política, apoiado no cetro real que o faziam líder de uma nação, usando as prerrogativas que a lei lhe outorgava, declarou ao mundo que o Brasil não era mais uma colônia portuguesa, e sim, uma nação livre e soberana.
Aquele gesto nobre, altivo e voluntário de D. Pedro I, fê-lo heroi da liberdade, um paradigma de bondade para com o povo que vivera até então, sob o servilismo e a escravidão de uma potência estrangeira. Daquele dia em diante, o povo brasileiro pode dizer: "Somos uma nação soberana, livre e dona do nosso destino. Escravidão e opressão nunca mais."
Este fato histórico do povo brasileiro tem um paralelo. Há doi mil anos, um Príncipe, em terras distantes, também proclamou a independência dos povos e a liberdade das nações. Este Príncipe não possuia exércitos, não era político, não usava espada, nem nasceu num palácio real. Era humilde, singelo de coração, amigo dos pobres. Quando ele nasceu, seu povo era escravo de uma potência estrangeira e a sua família desconhecida da sociedade. Mas, este Príncipe trouxe em seu sangue a pureza de uma linhagem real e eterna, que o fez capaz de assumir sozinho a culpa de milhões de escravos. Eram escravos de todas as nações subjugadas sob a mais cruel das servidões. A ESCRAVIDÃO DO PECADO.
Um dia, aquele Príncipe resoluto,altivo e decidido empunhou não uma espada, mas, terríveis cravos que o prenderam aos braços de uma cruz. E lá, do cimo daquela cruz ele bradou: INDEPENDÊNCIA DO PECADO OU MORTE ETERNA!
Para aqueles que o aceitarem com o PRÍNCIPE DA PAZ, ele garante liberdade e a vida eterna. Para aqueles que o rejeitarem, fatalmente terão que deparar com a morte eterna.
O grito de independência que aquele Príncipe deu no alto da cruz, ainda hoje é ouvido por milhões e milhões de pecadores que o aceitam como Salvador e Libertador.
Aceite você também a liberdade que lhe é ofertada por aquele Príncipe.
O nome dele é JESUS CRISTO!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

PERDOAR E SER PERDOADO

Mt. 18. 21, 22: "Então Pedro aproximando-se, lhe perguntou: Senhor até quantas vezes pecará o meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? Jesus respondeu: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta e sete."
Um psiquiatra cristão conta o seguinte fato: "Veio até ao meu consultório uma mulher que tinha muitos motivos de queixas. quanto mais a escutava, mais dava conta que a sua insatisfação se devia a amargura arraigada no seu coração contra certa pessoa.Perguntei se ela estava disposta a perdoar esta pessoa. Mesmo lhe custando grande esforço ela disse sim. Nos ajoelhamos e ela reconheceu sua intransigência diante de Deus. Visivelmente aliviada foi para a sua casa. Uma semana mais tarde, tocou o telefone,minha paciente muito nervosa me informou que desde a nossa última conversa haviam lhe voltado tantos detalhes à sua memória, qwue lhe era impossível perdoar aquela pessoa. De novo pedi que viesse ao meu consultório e ela novamente reconheceu o seu pecado e se foi com o coração aliviado. Porém, na semana seguinte voltou a chamar-me, e muito irritada se queixou outra vez da mesma pessoa. Outra vez dialogamos até chegarmos a uma confissão diante de Deus. Assim foram várias vezes. Somente seis meses depois chegou ao ponto de que toda a amargura havia desaparecido do seu coração."
Como é fácil ficar ofendido e como custa perdoar! Só quando se aprende a conhecer seu próprio e perverso coração e experimentar verdadeiramente o perdão de Deus, se pode também perdoar os outros.
Mt. 6. 14, 15: "Pois se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai Celestial vos perdoará a vós. Porém, se não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celstial não perdoará aas vossas."